quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Livros

"Uma imagem precisa de duas coisas para existir: referência e um período. O período é o momento, o contexto social e histórico em que encontramos a referência, que a propósito é denominada como os substantivos, são os "algos". E, para dizer a verdade, talvez não exista referência mais complexa e significativa do que livros.

Livros transbordam de conteúdo, e até mesmo oS mais superficiais deles apresentam algum tipo de mensagem.

Lembremos da Segunda Guerra Mundial, onde as fogueiras eram acesas por conta de livros queimando, e, ironicamente, esses dias quente (por conta do fogo) e sombrios, serviram de inspiração para outras diversas obras - por exemplo, Fahrenheit 451.

Como já disse, uma imagem precisa de referência, a que uso (EVITAR PRIMEIRA PESSOA DO SINGULA, "eu") é o livro, em específico o já comentado, que trás (TRAZ) a tona uma distopia dentro de suas páginas e mostra uma estória (HISTÓRI) em que a leitura é proibida. Pensar de forma contrária aos outros não é socialmente aceito (nossa querida personagem Clarisse pode nos provar isso) e esse momento iniciou-se por conta da infelicidade das pessoas ao saberem que existiam livros que desrespeitavam sua existência ou crenças. Pensar assim fortificou a proibição do porte de livros. Quem os tem vai ver estes queimando dentro de suas casas.

Bom, para complementar PODEMOS DIZER que livros como OS SEMELHANTES A Fahrenheit 451 eram tabus, coisas a serem ignoradas - ou queimadas. Nos nossos dias presentes são ícones para a inteligência, e carregam essa imagem. Diferentemente da Segunda Guerra Mundial, ou mesmo Da Ditadura Militar que ocorreu no Brasil, em ambos momentos haviam livros que eram proibidos, ou por falarem mal do regime em que viviam ou porque podiam fazer a população se revoltar, pois traziam ideais de revolução.

O que é impressionante é que não é apenas o conteúdo que gera cabeças intelectuais, mas a boa leitura de um bom livro faz isso.

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