Não tenho mais vontade de compartilhar meu olhar por aqui. O externo, nem o interno. Não sei se por uma vaidade reversa. O Facebook anda muito imundo. Tenho a arte algo sagrado, assim como meus três rebentos, assim como Deus. Quem explica racionalmente o que é o amor não sabe bem o que é amar. Como o prazer do sexo, como a depressão, como ser criança, como saber envelhecer. A palavra experiência nos define, define cada um de nós. Diante da vida, pouca, ou nada nos sobra, a não ser a experiência. A fé e a arte são experiências essencialmente transcedentes, ou seja, vão além de nossa realidade imediata. Além desta imundície que se tornou Facebook. Poucos se salvam. Eu não me salvo. Mas tento salvar relíquias. As relíquias são o sagrado. O sagrado não se aprende só com a experiência. Transcende-se.
Nenhum comentário:
Postar um comentário