sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Anima poema

Anima

Tiro de mim todo olhar oculto.
Vivo o tempo livre da insônia,
E desconheço o lado mau da vida.
Rosas e flores, a natureza, o Sol.
Quer luz mais vista neste palco?
Vejo apenas a pureza do riso
Sincero da inocência, minha e sua,
Que a razão corroi destemida.
Se penso, me protejo covarde.
Se canto o poeta, são impulsos.
Se prefiro o amor à tristeza,
Prefiro a vida, que expande.
Não tenho mais segredos.
Amo a dor humana, que existe.
A dor da gratidão e esperança
De fazer de meu otimismo
Meu legado discreto, de meu legado
Do amor da paixão que me anima.

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