domingo, 1 de janeiro de 2017

A Gente se Desacostuma

A Gente de Desacostuma

A gente se desacostuma. Aos poucos a gente se desacostuma de ser e ter. Um pouquinho por dia e todos os dias, de tanto se desacostumar, a gente pode refletir quanto tempo perdido. Se o tempo foi perdido é porque pouca coisa ou nada fez a gente ser mais. Periga quando faz a gente ser menos. A gente se desacostuma de ter vida social tipicamente de rua. A gente se desacostuma da vida virtual. A gente se desacostuma a gostar de ler, aprender, estudar. A gente se desacostuma ao trabalho e a um relacionamento, porque passam a ser necessários e apenas isso. O primeiro se perde o prazer e o segundo o amor. A gente se desacostuma de assistir a filmes, a seriados, a torcer pelo time do coração. A gente se desacostuma a celebrar aniversário e a sair com amigos para molecagem. A gente se desacostuma a jogar bola, a fazer compras no mercado, a cuidar do cabelo, das unhas, da maquiagem. A gente inclusive se desacostuma do Facebook, Whatsapp, Instagram. A gente se desacostuma a comer bem, a mexer o corpo, a dormir bem, a acordar com sono de quem somente quer dormir mais. A gente se desacostuma a dizer eu amo você. A gente se desacostuma a ouvir que amam a gente. A gente se desacostuma a sentir-se engajado, coletivo, desejado para se sentir deslocado, solitário, indesejado. A gente se desacostuma a viver um dia após o outro. A gente se desacostuma às ambições. A gente se desacostuma ao que poderíamos ser e não somos. A gente se desacostuma a ser quem as pessoas querem que a gente seja. Se o costume faz da gente algo simples, o descostume faz da gente algo complexo, porque a gente deixa de ter e ser o que a gente tinha e era. O descostume é bom. Quando a gente se desacostuma, a vida começa. A gente se liberdade e manda muita gente e situações caçar coquinho. O descostume é mais feliz do que o costume. A gente expande a vida. Essa que nos deram.

Uma Nota de Otimismo

Uma nota de otimismo

Sou otimista. Creio na vida. Meu bom gosto me agrada. Já vivi privações aterrorizantes em 2005 e nos últimos meses - contrário à abundância material por anos - retornei à privação no segundo semestre de 2016, mas dessa vez sem desespero. Aceitei como uma circunstância.

Creio, por intuição e porque o Brasil é muito rico, que 2017 será um ciclo promissor de crescimento econômico. Se o governo vende cautela é para ganhar mais méritos. Tenho minhas razões para não acreditar nos políticos, que nos governam e da Elite que tem o poder econômico. Mesmo assim, a revolta popular dá medo em ambos: nos políticos e na Elite.

Cresceremos. Atingiremos metas. Estudaremos. Viajaremos. Entraremos em normalização social, política e econômica. As pessoas nutrirão otimismo e esse otimismo contagiará os pequenos, médios e grandes empresários. O Temer, o Judiário, o Congresso entrarão num grande acordo para não haver colapso maior do que o que vivemos, onde todos perderam. Inclusive quem não tem nada a perder.

Sem o mesmo blablablá do otimismo esperançoso e vago, que o início nos envolve de esperança em tudo que iniciamos, esse ano de 2017 será melhor a todos com os deleites e percalços naturais da vida. Um tempo muito melhor de conquistas e realizações. Aquela coisa. Desde que o Aécio perdeu a Eleição Presidencial em 2014, a meta era tirar a Dilma de qualquer jeito. O ciclo para tirá-la foi de quase dois anos e a qualquer custo. Agora o panorama é outro. Meta atingida, quem tirou a Dilma (merecendo ou não) sabe que a resposta deve ser positiva. Sem dizer que o Henrique Meirelles - Ministro da Economia - é o homem mais forte do Brasil para esse processo. E ele sabe disso. Vamos todos crescer em 2017. Nós mercemos!

sábado, 31 de dezembro de 2016

Para 2017 e para a Vida

Para 2017 e para a vida

Sinto que o ciclo de minha separação consensual, em abril de 2014, tenha definitivamente se fechado nesse fim de ano. Ou seja, três anos. Três anos que não foram meus. Foram de minha separação. Foi um tempo relativamente curto para que a necessidade das mentes envolvidas pudessem adaptar-se a outros estímulos humanos. Existe o hábito. Existem as expectativas imediatas que esperamos. Acordar ao lado de alguém todos os dias, por exemplo. Vamos chamar essa expectativas imediatas de presentes. São nossos presentes. Separar causa sofrimento porque exige que mudemos nossos presentes. Não mais acordamos ao lado da pessoa. Felicidade é a harmonia entre os presentes e o queremos.

Foi conversando esses dias com uma amiga jovem, a Luana, que me perguntou se eu estava de amores com uma outra jovem, a Juliana, por quem nutro enorme carinho, que me deu o insight do ciclo da separação que se fechou. Três anos e mudanças enormes, tanto emocional quanto materialmente. Uma separação deveria ser um tchau, certo? Resolvida em minutos. Mas aonde enfiamos os presentes de nossa realidade? O certo seria cada qual enfiar goela abaixo e esperar a digestão. Enfim, três anos.

Antes de concluir meu pensamento para o Feliz Ano 2017, nesse mesmo papo com essa minha jovem amiga, a Luana, exteriorizei que minha vida amorosa estará praticamente fechada até meus cinquenta anos. Assim que me separei, iniciei amar uma jovem. Ela me amou também. Com ela idealizamos planos. Por vários motivos, e depois de quase um ano e meio, nos distanciamos. Há o carinho e ainda algumas promessas. Disse a ela que possivelmente eu iria deixar um rastro enorme de emoções fortes no coração de muitas mulheres, caso eu me envolvesse mais ainda. Ela até sorriu e disse "você se acha, hein?" O tempo me deu razão. Eu sei o tipo de presente que compartilho com as pessoas. Depois de tantos conflitos emocionais com diferentes vidas, cansei de sofrer e de fazer sofrer. Ajustei-me internamente. Determinei meus presentes. Nos próximos sete anos, até 2024, desejo para mim mesmo a liberdade de viver a minha vida pessoal - sem egoísmo - com meus objetivos que não meus e de mais ninguém. Depois, quem sabe, a partir dos cinquenta anos, o destino não me encontre alguém para dividir presentes e sermos felizes sem pretensão compartilhando nossos objetivos.

Enfim, chego à minha mensagem de Feliz 2017! O tempo é o fator de tudo. Três anos foi o ciclo de minha separação. Sete anos serão a decisão de viver sem relacionamentos amoros sérios. Sem dizer outros tantos ciclos de vida na vida de muitos, em pós graduação, graduação, escrever um livro, superar uma doença, um trauma etc. Em 2017, realizar-se-ão muitos pequenos projetos e desejos, algumas frustrações, poucos projetos ambiciosos. Meu desejo, portanto, a todos os amigos é pensar em ciclos não de apenas um ano, 2017, 2018, 2019, 2020. Meu desejo é que entenda que a partir do momento em que um "ciclo" tem início, ele terá um tempo. Se absorvermos a nova realidade, admitindo-a, não serão evitadas as dores, mas a dores serão parte dos presentes.

Desejo a todos amigos Feliz 2017 porque é a ele que me refiro agora, mas desejo a todos paciência para crescer emocional, financeira, intelectual e espiritualmente pelo tempo necessário que seja. Já foi dito e repito: a vida é um presente, uma dádiva, um dom. O passado aprendizagem e o futuro expectativas. Olha só a minha expectativa para os próximos sete anos!

Fuga à Fantasia

Tudo o que se escreve, quando as pessoas tem algum interesse em nós, seja edificante ou destrutivo, é um passo para a fuga à fantasia. Meu conselho? Fantasie! Liberte! Vagueie a imaginação. Crie os delírios e as esquizofrenias da alma. Suspenda de vez a razão neste momento. O bom dos sonhos delirantes é que eles traduzem a real fragilidade de nossas almas em nosso inconsciente. Deixar solta a alma então edifica verdades... Para fechar o ciclo, porém, volte-se em seu próprio pensamento de onde vem o que queremos. O quanto escondido não está lá em nossas fantasias, que são nossas verdades inquietantes, que o corpo largado na cama, ou no sofá, ou cercado de pessoas onde quer que esteja oprime e fantasia no outro em quem temos algum interesse pessoal. Para sintetizar: no fundo, temos interesse em nós mesmos, e queremos apenas nos encontrar fora de nós mesmos. Deliremos! Fantasiemos! Há males que realmente vem para o bem, porque o bem sempre será bem para os de bem...

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Romeu e Julieta

Dei uma palestrinha há muito tempo cujo título foi "Amor e Morte em Romeu e Julieta". A palestra foi um sucesso. Havia oito pessoas presentes - contando comigo e um amigo. Vesti-me a caráter. Uma roupa tipicamente shakesperiana.

Reli esses dias Romeu e Julieta, a peça. Terminei ontem. Já havia lido umas três vezes quando mais jovem. Nessa última, eu "descobri" mais do que amor e morte em seu forte enredo. O olhar de um crítico literário raramente definha. Ele se expande como o ar na bexiga inestourável! Descobri um tema interessante no enredo dos jovens de Verona: Pensamento Complexo e Pensamento Dialético.

Pensamento Complexo é uma forma nova e atual de enxergar a realidade que nos cerca. Pensamento Dialético é mais antigo (coisa de duzentos anos) e portanto muito mais conhecido. E são formas de Pensamento que se complementam.

Pensar dialeticamente é pensar sobre a maioria dos aspectos possíveis de algo. Exemplo? Ser contra a pena de morte, ou a favor da liberação da maconha, ou contra as cotas, ou a favor da demarcação de terras indígenas. Compreende? Quem se posiciona radicalmente contra ou a favor tem suas razões não-dialéticas. Para quem pensa dialeticamente, ele constrói seu pensamento com dois olhares. Um sobre os argumentos favoráveis e outro sobre os contrários, de modo que quem tem um pensamento dialético sobre algo, geralmente tem uma visão mais ampla e realista da realidade. São os filósofos e poetas.

O Pensamento Complexo eu acho mais bonito - pensamento científico. O resumo do Pensamento Complexo é pensar tudo ou quase tudo de algo. Os exemplos são infinitos. Imagine um ovo. Em três minutos se faz um ovo frito (e o próprio ato de fritar um ovo é de infinitas complexidades: o óleo, o fogo, a frigideira, o fósforo, o sal - sem contar que cada um desses ítens tem sua própria "complexidade"). De volta ao ovo, imagine que para ele virar ovo, a galinha levou dias para formá-lo e a natureza levou dezenas de milhares de anos para formá-lo. Em três minutos, ele vira "ovo frito". Entender todo processo é a complexidade.

O Pensamento Complexo é assim. Não existe a favor ou contra. Existe algo e vamos descobrindo a maioria das coisas que fez desse algo o que ele é para nós. O Pensamento Complexo invade nossa mente constantemente sem que saibamos. A propaganda nos envolve em nossos desejos e vontades. Sem que saibamos, ela usa o conceito de Pensamento Complexo para nos influenciar. Parte do desejo que temos, ou constrói em nós um desejo. A propaganda analisa nossas fraquezas e dá brilho nelas. Imaginamos uma luz própria, quando é só uma lamparina bem vagabunda, que se apaga quando consumimos a mercadoria e voltamos à escuridão parcial.

Sou diálético, por isso. Uma mente dialética tem luz própria. Uma mente complexa, além de ter luz própria, analisa todas as outras luzes de todos os fenômenos possíveis. Ora, um marketeiro é assim. Um cientista. Só que ele não revela. Ele esconde. Diferentemente de um dialético que revela poética e filosofocamente.

Incrivelmente Romeu e Julieta tem tudo isso! Do Pensamento Dialético ao Pensamento Complexo. Leia um pequeno trecho adaptado em que o Frei Lourenço repreende Romeu que chorava porque foi expulso de Verona e iria ficar longe da Julieta:

"Está viva tua Julieta, por quem te achas quase no ponto de morrer. Estás com sorte. Tebaldo quis matar-te; Teobaldo morreu. A lei se mostra tua amiga, a pena de morte virou exílio: outra sorte. Sobre suas costas um fardo de bênçãos te caiu. Com seus problemas te vem caindo sempre a felicidade;"

Praticamente Romeu e Julieta é construído em forma de explicação por meio de Pensamento Dialético e Pensamento Complexo. Claro que os temas centrais, Amor e Morte, são o recheio. Como disse meu filho do meio ser o recheio entre os irmãos, provocando os outros dois, sugerindo que era mais importante do que os demais. O recheio é sempre mais importante em muitos casos.

domingo, 25 de dezembro de 2016

Namorou, casou

Lendo (na verdade relendo) "Romeu e Julieta", tenho a coragem agora de falar algo que pertece exclusivamente aos jovens. Refiro-me à adolescência (dos 13 aos 19 anos), que é a coragem de arriscar sem medo e colocar a vontade presente na frente da sua própria vida futura. Lembrando, Julieta, 13 anos, e Romeu, entre 16 e 17 anos, morrem tragicamente no final da peça cometendo suicídio. Em nome do amor. Jovens tem essa força trágica. Jovens até os 19 anos. Depois, o enredo muda demais. Na casa dos vinte anos, não pega mais essa ilusão. Imagina então nos trinta, ainda que o medo da solidão da solteirice nos acorda junto com o despertador! Nos quarenta nem falo. Somos idosos aos quarenta anos. Temos mais passado que futuro. A verdade que pode machucar muito o coração de tantas mulheres e até de alguns homens é que se não casarmos com aquele amor da adolescência, dificilmente seremos inocentes para acreditar nessa natureza de amor mais uma vez e anular nossa vida, ou o que nos resta para viver. O tempo passa. O que fazer então? Como administrar o equilíbrio entre a ausência de inocência depois da adolescência com o desejo de uma alma amante permanente que seja nosso desejo e que esteja em sincronia, em harmonia, em empatia com o nome que damos ao amor? Não sei. Mas sei que devemos fazer o que todos fazemos sempre! Tentarrmos. Tentarmos. E tentarmos. Agora aqui reside o ponto delicado. De tanto tentar, as imagens que podemos construir em nossa cabeça é uma silenciosa autodestruição emocional de não dar certo. Erro fatal! Deu certo no tempo que deu certo. Eu imagino um namoro de um dia, ou de algumas horas como um casamento. Houve início e houve fim. Entre uma coisa e outra, foi feito o possível dentro do que o tempo permitiu. Se uma noite, cinema, jantar, sexo. Se um fim de semana, Campos do Jordão, hotel, sexo, restaurante, cerveja, chocolate, hotel, sexo, café da manhã, passeios, almoço, jantar, fundue de chocolate etc. Esses são os pequenos exemplos. Claro que em um casamento de anos, há outras conquistas que nem preciso citar para não prolongar. Oras! Desde que houve cumplicidade, houve um casamento, ou não é? Sei que não é aquele idealizado. Mas toda idealização veio de fora. Da cabeça da mãe, da família, da sociedade. Foi projetada na cabeça. Romeu e Julieta casaram-se no outro dia após se conhecerem. Casamento escondido e proibido. Compreende? E morreram em seguida. Na verdade, cometeram suicídio em reviravoltas doidas. Namorar por algumas horas, dias ou meses é estar casado no tempo que é permitido. Romeu e Julieta tiveram um final blau-blau e ponto final na peça. Terminou? Vida que segue. Entre um amor novo e o velho que virou ex-, o que pode apenas diferenciar é o tempo. Horas, dias, meses, anos. Ou - como idealizado - uma vida inteira. Sei que todos idealizamos. Eu também já.

sábado, 24 de dezembro de 2016

Natal 2016

Causa emoção, né? É o Natal. Uma vibração mais ou menos coletiva em que mais ou menos amigos, parentes, conhecidos e desconhecidos entram em uma sincronia gostosa a respeito da vida compartilhada. Isso é bom. Não apenas pelos presentes! Pelos ausentes também! Neste momento, embora meus filhos estejam ausentes (meu segundo Natal que passarei distante deles), minhas emoções estão em equilíbrio paternal - minha essência está em sintonia com a deles, eu acredito. Assim comigo, assim com milhões Causa emoção, certo? Ser o que somos, mas o que gostaríamos de ter sido, não o somos. Ter o que temos, mas o que gostaríamos de ter tido não o temos. Estar com quem estamos, mas com quem gostaríamos de estar nesse momento não estamos. Assim comigo, assim com milhões. Causa emoção, não causa? A mesa, pequena que seja, grande que seja, farta que seja, humilde que seja, agressivamente rica que seja, miseravelmente vazia que seja. São momentos únicos de cada um, na mesma sintonia, na mesma vibração, na mesma sincronicidade humana, que nos torna mais humanos ao olhar um para o outro, dentro de nossos olhos. Nem é questão de Feliz Natal! É a emoção. Assim comigo, assim com milhões. Causa emoção! Há as lembranças em forma de presentes. Presentes dos mais diversos e marcantes e divertidos. Alguns belissimamente exageram (de causar inveja!) o emocional. Vários pedidos de compromisso, noivado e casamento potencializam o emocional para sempre nesse Natal - o sempre humano até quando termina. Existe o Primo Rico do Natal que é o Ano Novo onde os pedidos são infinitamente maiores, mas não são presentes como os de Natal. São renovações. Uma coisa ao lado da outra. Se no Natal há o nascimento, no Ano Novo há a renovação. Uma simbologia ironicamente bonita para nós. Quantas vezes não renascemos e quantas vezes não nos renovamos! Sobretudo na marra! Na necessidade! Na absoluta falta de opção. Precisamos renascer, precisamos nos renovar. Sem alternativa! Às vezes simultaneamente. E causa emoção. Causa muita emoção aquela categoria de sentimento traduzida profundamente por saudades. Saudades fortes, rasgando a alma. Choraremos no Natal e ninguém saberá. Ontem chorei. Fora Deus, ninguém saberá a tradução de minhas lágrimas, que tem a ver com saudade e amor. Oh, união arrebatadora! Chorar por saudade e amor! Os Feliz Natal! de hoje, de ontem e os próximos não escaparão da emoção tão necessária para nosso espelho interno. Sentimos e seremos sentidos. Saudades de Natal. Saudades nossas. Exclusivamente nossas. Para mim, minha fé em Jesus Cristo é sagrada e não a profano. Eu oro em minha alma em joelhos. Natal para mim é também Jesus. Não importa de quem. Importa para mim porque Deus tem sido misericordioso com minhas falhas, rabugices e abnegações. Coração aberto para amar quem me busca. Dois dos ensinamentos que aprendi com Jesus quando dizem "misericórdia quero e não sacrifício" e "amar ao próximo como a ti mesmo". Tento exercer o Natal ao longo de minha vida. Dentro do possível, que Jesus Cristo seja a Luz em todos os corações hoje. Para quem crê e para quem não crê. Eu já descri. Hoje creio. Por isso persisto. Por isso amo. Por isso até me sacrifico. Por isso sou positivo. Coisa minha. Coisa também de Natal. Coisa de milhões e milhões. Em sincrocidade muitp forte.

À minha querida amiga Thaís Patriota