domingo, 1 de janeiro de 2017

Uma Nota de Otimismo

Uma nota de otimismo

Sou otimista. Creio na vida. Meu bom gosto me agrada. Já vivi privações aterrorizantes em 2005 e nos últimos meses - contrário à abundância material por anos - retornei à privação no segundo semestre de 2016, mas dessa vez sem desespero. Aceitei como uma circunstância.

Creio, por intuição e porque o Brasil é muito rico, que 2017 será um ciclo promissor de crescimento econômico. Se o governo vende cautela é para ganhar mais méritos. Tenho minhas razões para não acreditar nos políticos, que nos governam e da Elite que tem o poder econômico. Mesmo assim, a revolta popular dá medo em ambos: nos políticos e na Elite.

Cresceremos. Atingiremos metas. Estudaremos. Viajaremos. Entraremos em normalização social, política e econômica. As pessoas nutrirão otimismo e esse otimismo contagiará os pequenos, médios e grandes empresários. O Temer, o Judiário, o Congresso entrarão num grande acordo para não haver colapso maior do que o que vivemos, onde todos perderam. Inclusive quem não tem nada a perder.

Sem o mesmo blablablá do otimismo esperançoso e vago, que o início nos envolve de esperança em tudo que iniciamos, esse ano de 2017 será melhor a todos com os deleites e percalços naturais da vida. Um tempo muito melhor de conquistas e realizações. Aquela coisa. Desde que o Aécio perdeu a Eleição Presidencial em 2014, a meta era tirar a Dilma de qualquer jeito. O ciclo para tirá-la foi de quase dois anos e a qualquer custo. Agora o panorama é outro. Meta atingida, quem tirou a Dilma (merecendo ou não) sabe que a resposta deve ser positiva. Sem dizer que o Henrique Meirelles - Ministro da Economia - é o homem mais forte do Brasil para esse processo. E ele sabe disso. Vamos todos crescer em 2017. Nós mercemos!

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