Por razões pessoais, das mais íntimas às mais explícitas, ela nos admira mesmo à distância, pelo simples fato de existirmos, sermos, tentarmos algo que valorize em parte a vida e o sacrifício de viver. Temos pessoas que gostam de nós. Muitos tem. Não é privilégio de ninguém a exclusividade tanto do gostar quanto do amar. E este pequeno texto é em particular para a minha prima Esmeralda. Sinto da parte dela aquela torcida pelo meu crescimento, pelo sucesso de meus livros, pela minha paz e minha vontade de estar presente e ser presente.
Sempre alguém (fora as mães) torce por nós.
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