terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Venero poema

Amanhece e diz por si mesmo,
Nas horas distantes, caladas,
Meu só coração - cuja amada -
Delira de amor e de medo.

Em palavras soltas, sonhando,
Renovo esperança no dia,
Que a noite por mim me perdia,
Da insônia, em mim delirando.

Saudade, ter nunca falado,
Saudade, que alma aperta
Saber deste amor que me cerca,
Etéreo, distante, sagrado.

Dela, sempre dela, o cortejo
De ver, mas não olvida a paixão,
Eu a amo, que doce ilusão!,
Que sinto, venero, desejo.








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