A vida de um escritor aparentemente se confunde com a do homem que está por trás do que escreve. Tenho ultimamente sentido uma estranha dúvida em meus textos. Acho sempre que quem os lê imagina um recado a quem quer que seja que esteja em meu coração. Meu coração, porém, semelhantes àqueles que resolvem materializar esteticamente em arte suas sensações, tenta projetar o que de humano há nele. De humano em mim, em você, em todos.
Vislumbramos modelos de vidas, de aparências, de percepções, de sensações e emoções. Claro que somente depois de sentir amor, angústia, dor, solidão, tristeza, bem como frio, calor, desejo, êxtase e os diversos elementos que criam uma alma viva, depois de sentir boa parte disto, falamos com mais propriedade a respeito, do mesmo modo como falamos com propriedade na relação doença e doente quando um está no outro.
Sou defensor da arte. Fora a relação com Deus para os homens de fé, como eu, a arte é a única sensação que irá transcender viver na Terra. Relembro que viajar é arte; dançar é arte; interpretar é arte; admirar a natureza para os olhos de quem a vê é um tipo de arte. Viver. Sentir. No universo das sensações ir além é ser artista sendo ou não sendo um.
O que tenho visto nos escritos não somente seu é que essas verdades se materializam e confundem fico triste pela confusão! VC É UM ARTISTA POIS CONSEGUE MATERIALIZAR O QUE ESTA EM SEU CORAÇÃO... É IMPRESCIONANTE.
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