sexta-feira, 24 de abril de 2015

Pe. Fabio Mello

Ouvindo o Pe. Fabio Mello falar, suas sintéticas pregações, traduzindo com tão profundidade e simplicidade o mais óbvio das dores humanas, das angústias, das dúvidas e incertezas, bem como da felicidade possível no ato de amar e na necessidade de se sacrificar, eu tenho vontade íntima de virar padre.

Mas aí vem-me à cabeça que amo as mulheres e jamais olharia para uma delas sem o homem mundando estar presente em mim. Ou seja, meus conflitos seriam vários. Não saberia, a certo momento, quando Deus falaria por mim, quando eu mesmo falaria por mim.

Por isto, ao ouvir o Pe. Fabio Mello, eu o agradeço. Mal sabe ele de minha existência e de minha gratidão. Mal sabe ele que me inspira a vontade de ser padre, porém sem vocação alguma.

Prefiro caminhar como escritor, professor, poeta, comunicador, na simplicidade das dezenas de pessoas que me lêem e me ouvem. De alguma forma, meia dúzia de almas são tocadas.

Eu aguento as críticas com facilidade por este motivo: existem palavras que tem o alvo certo, o coração a ser atingido, e este agradecerá, como eu agradeço os poucos áudios que ouvi e os poucos vídeos que assisti do Pe. Fabio Mello. E em certo sentido, não me sinto só. Há seres humanos que tem algo a dizer e eles vão lá e dizem.

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