Reli pela décima vez um texto maravilhoso chamado "Sacralidade do Corpo". Desta vez, no domingo, eu o reli com uma amiga. Eu lia, discutia, explicava, propunha reflexão e exemplos. Foi muito gostoso. Do jeito que acho que sempre deve ser. A essência deste artigo é quando o corpo vira fantasma para justamente aquela pessoa que sempre nos amou. Não o nosso corpo como fantasma, mas quando não reconhecemos naquele outro corpo a sua essência, deixamos de amar aquela pessoa e começamos a não reparar mais naquela existência tão outrora importante para nós e ela virando fantasma, sem mais nossos toques que a descobriam. São belas oito páginas transcendentais para quem não ama mais e para quem não mais é amado. Alivia para ambas as partes muito dos descorfortos emocionais. Afinal, não dá para sempre se sentir culpado. Nem de um lado, nem do outro.
Esta realidade é muito triste mas existe! É algo involuntário pois ninguém gosta de sentir o que é ruim!
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