A liberdade começa em querer viver solteiro em um mundo sedento por companhia. A dor do desapego leva a esta reclusão boa para o espírito demasiadamente oprimido. A tal da liberdade. Eventualmente sair com o olhar e toque alheios no cheiro e gosto, como uma aparição tão boa ao coração de um dia, um fim de semana, alguns dias ou horas. Mas aquela concepção de ter alguém ao lado aos poucos foi diminuindo, porém, drasticamente, porque não existe mais onde completar uma alma que sabe do que precisa. E cansa machucar pessoas e sentir-se culpado de algo que no fundo a culpa é da vida. Devemos sentir a culpa nas mentiras e processos sem cumpri-las. No meu íntimo louvo a Deus e dou graças a Ele pelo controle entre o por e o dispor. Não devemos aceitar o sofrimento totalmente resignados. Devemos ter paciência, tomar as decisões conforme o amor do desprendimento (se possível) e Deus atuará quando não mais falamos por nós e nos alunamos. Uma fé minha. Pessoal. Própria. E agora compartilhada.
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