Por que o narrador de Esaú e Jacó quis que conhecessêmos a história, permeada por reflexões filosóficas sobre a História e a Natureza? Ao menos tempo, por que Aires narra seu memorial um história fluida, beirando a reflexão na prosa coloquial?
(História e Discurso. Pag. 211. Análise Estrutural da Narrativa. Tzvetan Todorov. "Mas a obra é ao mesmo tempo discurso: existe um narrador que relata a história; há diante dele um leitor que a percebe. Neste nível, não são os acontecimentos relatados que contam mas maneira pela qual o narrador nos fez conhecê-los.")
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