Uma amiga ontem me disse algo bonito e forte, algo que mostra um pouco a ideia de, no fundo, o que importa mesmo se traduz em agradecimento. Virtude. Exato.
Viver a virtude - em poucas palavras: o bem e o bom - difere da ingratidão.
Narrei a ela que ao passar a pé sobre a ponto Jaguaré para ir ao Parque Villa Lobos, sensações esquisitas dominaram meu coração, o que definitivamente somente parece solução. Aí ela foi veemente:
- Nunca mais! E agradeça. Agradeça sempre a vida.
Ah, marcou. Ela não disse com aquela calma sábia de um padre no confessionário ou ancião oriental. Como disse: ela foi veemente! Com os olhos, com o tom das palavras, com as expressões faciais, com a indignação. Nem me custa falar que isto mostra real preocupação humana. Não por mim. Por todos.
Indo agora, neste exato instante, ao mestrado em Comunicação, eu agradeço. Deveria ser um pouco mais indiferente com o sentimento de quem quer o meu mal. Quer o meu mal por não aguentar o meu bem, já que o meu bem geralmente contagia e transforma e expande outras pessoas. Parece dor ou lamúrias. No entanto, apenas reflexão. Como aquelas que encontrarei daqui a pouco ao estudar a Teoria do Pensamento Complexo, de Edgar Morin.
Deus (Este mesmo que muitos não crêem) tem respondido minhas súplicas com muita rapidez. Por mim e pelo todo a que me pertence. Meu coração se dá muito bem com o amor. Não prometo, mas sei que em poucos dias somente de amor viverei. Não pelo amor sublime, que é o sacrifício. Será o amor de gratidão, ou seja, de paz. O amor da paz interna. E de amor e de paz contagiarei quem estiver ligado a mim, direta ou indiretamente.
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