Um dos livros fascinantes para mim é Memórias, Sonhos, Reflexões do psicanalista Carl Jung. Logo na introdução sou arrebatado pelas palavras "vinha vida é um inconsciente que se realizo".
Digo por isto que ao menos se as pessoas lessem a introdução deste livro, mais ricas elas ficariam, mais tolerantes seriam, mais sensitivas viveriam, mais intelectualmente se abririam, mais tolerante a fraqueza do outro entenderiam e - para finalizar - mais a importância dos artistas. Bem, amariam mais os artistas e não a função homem-máquina tão comum em nossa sociedade. Sou professor em sala de aula. Fora de lá, meu olhar é do artista, bem como a sensibilidade. Minha vida pessoal, logo, deve ser parte de um espelho que reflete outras vidas. Nunca, por isto, é pessoal; jamais um artista se comunica da sua pessoalidade. Falando em Jung, arquétipos, ou inconsciente coletivo. Artista sem mídia vive de arquétipos.
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