segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Seu jeito

Seu Jeito

Há pessoas que criticarão porque não entenderão seu jeito. E isto não é tão pessoal. Eu gosto do meu jeito Meu jeito tem muita importância sobretudo nos momentos em que o ser humano mais se fragiliza. Coloco o coração, vou lá e faço o que for possível. Sustentar um coração fragilizado para o mundo exige bastante sensibilidade.

Hoje na praia, entre o vento na cara, o clima fechado, o bate papo com meu irmão, caipirinhas e cervejas, o comum foi uma jovem senhora, bonita, esbelta, brozeado lindo, fazendo forças para levar uma senhora idosa, debilitada, passos lentos, mais umas cinco cadeiras. E havia pressa. Começara a garoar.

Eu estava a uns 20 metros. De imediato vi, percebi. Fui ajudar. O bom é que ela não sentiu nada diferente senão o ser humano pronto a fazer uma boa ação cujo esforço implicaria em absolutamente nada em troca. E relembro. Não adianta muita publicidade porque o conhecedor de nossas intenções é o nosso coração.

Meu irmão na volta:

- E aí, está melhor com a boa ação?

Nem respondi a ele e nem me imaginei em uma ação boa pelo óbvio que me pareceu uma cena desta diante de meus olhos. Que o mundo julgue! Mas que o coração acolha e nutra suas boas memórias.

Basta até mesmo sentir a necessidade de amor, apoio, afeto, cuidado, proteção, ajuda, se possível, não consigo ver o porquê não... O mundo julga para evitar agir. O julgamento, portanto, é a ausência. Como assim? Julgar é ausentar-se do outro... Reflitamos! Para onde nos leva nosso julgamento? Da mesma forma: para onde nos leva nosso coração com amor e cheio de razão e julgamento?

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