Freud dizia que há três tipos de poder. O poder da beleza. O poder da inteligência. O poder da riqueza. Em outras palavras, facilitadores de desejos. Realizar o que queremos. Poder é potência, para algo e jamais em si. Toda potência em si é desperdício de energia. A mim coube o poder de uma inteligência adquirida com muita dedicação. Não sou inteligente. Sou dedicado. Se bem que lendo sobre o cérebro humano e suas áreas mais salientes sobre a função do cérebro cognitivo, o que se fala a respeito de ser inteligente tem um valor bem restrito para mim. Não apenas porque há estudos de inteligências múltiplas e todos têm um tipo de inteligência, certo? Detalhes e mais detalhes das funções neurais que envolvem abstrações, criatividade, empatia, assimilação, metáfora, sinestesia, ilusão, inibição, introspecção relativirazam a inteligência para mim. Não ao leigo para quem inteligência é sinômino de saber o que ela mesma não se dedicou para saber. Sei inglês, escrevo, leio muito. Me dediquei. Não é caso de inteligência, apenas. Não há segredo. Podemos passar horas e horas à toa. Vivendo. Podemos criar alguns momentos de pequenas dedicações à leitura, que nos faz ficar mais "inteligentes". Poder todos querem. Ser rico, ser belo, ser inteligente. A mim coube dedicar-me à inteligência. Para ficar rico? Para cultuar um pouco a beleza? Até espero essas coisas. Mas o bom de ter conhecimento é que ao se adquirir este "poder", a falta da beleza e da riqueza não é sentida, e sua falta não cria angústia, frustração, tristeza e falta de amor próprio.
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