Me sugeriram num comentário se eu escrevo o que não sinto e por isto fica mais fácil, e há quem creia que escrevemos melhor quando sentimos seja sobre amor, dor, solidão, ausência, carência, felicidade, ilusão...
O comentário:
Professor, por que sabemos falar de amor quando não o estamos vivendo? Isso é uma característica dos escritores e poetas. Já havia notado isso outrora.
Minha consideração:
"Eu já superei os limites emocionais que os sentimentos nos colocam... Escrevo não o que sinto e nem o que não sinto. É muita intuição. Intuir é sair de seu corpo. Entrar num universo mais amplo de emoções e possibilidades. O que sinto, eu gosto de transmitir pessoalmente, o que só é possível presente... sem intuição! Ah, talvez por isto pessoalmente faço rir com uma boa impressão e com facilidade... Diferentemente de meus escritos... Pessoalmente amo. Encantar é surpreender positivamente. Decepcionar é surpreender negativamente. Encantar. Pessoalmente o amor vem do encanto."
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