sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Falar de amor e de tudo...

Me sugeriram num comentário se eu escrevo o que não sinto e por isto fica mais fácil, e há quem creia que escrevemos melhor quando sentimos seja sobre amor, dor, solidão, ausência, carência, felicidade, ilusão...

O comentário:

Professor, por que sabemos falar de amor quando não o estamos vivendo? Isso é  uma característica  dos escritores  e poetas. Já  havia notado isso outrora.

Minha consideração:

"Eu já superei os limites emocionais que os sentimentos nos colocam... Escrevo não o que sinto e nem o que não sinto. É muita intuição. Intuir é sair de seu corpo. Entrar num universo mais amplo de emoções e possibilidades. O que sinto, eu gosto de transmitir pessoalmente, o que só é possível presente... sem intuição! Ah, talvez por isto pessoalmente faço rir com uma boa impressão e com facilidade... Diferentemente de meus escritos... Pessoalmente amo. Encantar é surpreender positivamente. Decepcionar é surpreender negativamente. Encantar. Pessoalmente o amor vem do encanto."

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